Tempos atrás a Vejinha fez um ranking de escolas. Complexo, de difícil leitura, sujeito a mil contestações. Ficou esquecido. De repente, surgiu o Exame Nacional do Ensino Médio. A imprensa descobriu um jeito de ranquear as escolas – algo que não estava na mira do MEC. Mesmo assim, o ranking caiu no gosto popular, especialmente de quem precisa selecionar a escola dos filhos. 

A cada ano, a cada prova, o Enem firma-se no horizonte como critério adequado de avaliação. Perfeito não é. Mas é o que temos mais próximo de um “compasso” único para avaliar alunos e, por tabela, escolas. De nada adianta o ranger de dentes. Chutar o Enem, desprezá-lo e ignorá-lo são tentativas vãs, fadadas ao fracasso. 

Chutar o Enem, desprezá-lo e ignorá-lo são tentativas vãs, fadadas ao fracasso. 

Helvio Falleiros

O único caminho para as escolas inteligentes é entender e respeitar o Enem, tratando de aprender com ele e a partir dele. Há ótimas ferramentas tecnológicas para compreender bem os resultados das provas e usar o Exame a favor da escola. Uma delas é o Módulo Enem, elaborada pela Tuneduc.

Muita coisa mudou nos resultados de 2014. Escolas importantes caíram de posição. Outras saíram do anonimato. E o Enem vai assim mudando o ensino brasileiro. Esperemos que para melhor, como tudo indica.

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